Quinta-feira-8 de outubro de 2026 - Email: [email protected]

Deputado Anderson repudia priorizar vacinação de apenados, volta a cobrar regulamentação da Polícia Penal e diz que depende somente do governo para que não haja greve na Polícia Militar


Durante discurso na sessão plenária desta terça-feira (8), na Assembleia Legislativa de Rondônia, o deputado estadual Anderson Pereira (PROS), trouxe à tribuna vários pontos a serem discutidos, dentre eles a revolta da Polícia Penal que na sua grande maioria até o momento não receberam sequer a primeira dose da vacina contra a Covid-19.

O parlamentar trouxe também um repúdio dos policiais penais quanto a informação que uma grande remessa de doses de vacina havia chegado em um dos presídios da capital e a prioridade era para a vacinação dos apenados e não dos profissionais do sistema penitenciário, deixando os servidores em último plano. “Repudio priorizar o apenado que já está protegido dentro das carceragens e deixar o servidor que sustenta a máquina e faz a segurança da sociedade em último plano. Isso tem causado revolta e jamais deixarei de lutar por melhorias para a minha categoria, que vem sofrendo com o descaso total por parte do governo”, destacou.

Anderson aproveitou para cobrar mais uma vez a regulamentação da Policia Penal que mesmo aprovada no Congresso Nacional a quase dois anos, nenhuma ação foi tomada pelo estado. “Não entendo o porquê desse projeto não ter chegado até essa casa, não entendo o porquê de tanta demora, deixando a categoria apreensiva com algo que não envolve orçamento, que não aumenta nenhum centavo na despesa do estado”, acrescentou.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Alex Redano (Republicanos), disse que pretende somar forças com o deputado Anderson, para buscar junto ao governo os pedidos de melhorias, valorização e regulamentação da Polícia Penal em Rondônia.

POLÍCIA MILITAR

O parlamentar ressaltou ainda o possível fechamento de quartéis da Polícia Militar no estado, informando que esse movimento pode ser evitado, ficando a cargo da Mesa Estadual de Negociação Permanente – MENP e do Governo do Estado. “Eu que vim de origem sindical, que fiz greve, fechei presídios e fiz movimentos buscando valorização e respeito de uma classe, eu sei que pode ser evitado, agora depende do governo para evitar que uma greve se instale na Polícia Militar. Peço ao governador do estado para que chame essas lideranças, as classes representativas para negociar um acordo que seja bom para todo mundo, só assim evitaremos um mal maior”, finalizou Anderson Pereira.






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