Sábado-10 de outubro de 2026 - Email: [email protected]

SOMENTE 10% DOS BOVINOS SÃO CONFINADOS. HÁ ESPAÇO PARA CRESCIMENTO


Consultor técnico da Trouw Nutrition destaca o planejamento alimentar como base para bom retorno econômico do sistema de terminação intensiva

O número de bovinos confinados no Brasil aumenta de forma significativa. Segundo estimativas, varia de 4,5 a 5 milhões de cabeças por ano. E a tendência é de crescimento constante. De outro lado, a área de pastagem diminui proporcionalmente. Neste cenário, a pecuária precisa ser cada vez mais produtiva e o confinamento é uma técnica eficaz. “A terminação intensiva no Brasil ainda tem muito espaço de crescimento e aprimoramento. Atualmente, representa em torno de 10% a 12% do total de bovinos abatidos. Nos Estados Unidos, é praticamente 100%”, informa o dr. Marco Antônio Balsalobre, consultor técnico da Trouw Nutrition.

Para Balsalobre, o pecuarista precisa enxergar o sistema de terminação intensiva como uma ferramenta que proporciona sustentabilidade e lucro ao negócio. “O processo de intensificação da produção gera ganhos ambientais, sociais e econômico. O pecuarista aumenta seu patrimônio, capital de giro e rebanho. A intensificação representa aumentar a produção por hectare em quilos de carne produzida”, explica o consultor, destacando a necessidade de usar tecnologias nutricionais para potencializar o ganho de peso dos animais durante o confinamento. Além disso, a terminação intensiva também é uma ferramenta para melhorar a qualidade das carcaças, o que significa bonificação adicional do frigorífico.

O especialista explica a melhoria da produtividade está diretamente ligada ao aumento do número de cabeças por hectare e/ou melhoria do ganho de peso por meio da suplementação. “O ideal é a combinação desses dois indicadores. Quando associamos adubação, manejo de pastagens e suplementação, os resultados são excelentes, assim como o retorno econômico ao negócio”, destaca o consultor técnico da Trouw Nutrition.

Importante destacar que há um ponto ótimo de lotação de animais por área para ter ótimo ganho de peso. Depois desse ponto, quanto mais o produtor aumenta o rebanho menor é o ganho de peso por animal. “É aí que entra a suplementação para compensar a menor área por animal”, diz Marco Antônio Balsalobre. Ele destaca que toda forma de intensificação tem suas exigências, mas o planejamento alimentar ainda é o calcanhar de Aquiles em muitas fazendas.

FONTE: Giovanna Borielo

DA REDAÇÃO DOHOJERONDONIA






Mais notícias sobre cidades de Rondônia

Marketing Fora da Caixa: IA na Prática debate aplicações da inteligência...

Palestra com Rapha Falcão apresentará ferramentas e estratégias para utilização da IA em marketing, produtividade e gestão empresarial Empreendedores, profissionais da comunicação, estudantes e interessados...

Congresso Técnico define grupos do futebol nos Jogos Abertos de Vilhena

Com 17 equipes na categoria principal e premiação total de R$ 45 mil, competição municipal tem início previsto para o dia 13 de outubro   A...

Carlos Caldeira lança candidatura à presidência do SINJOR com defesa da...

Com mais de duas décadas dedicadas ao jornalismo de Rondônia, profissional anunciou que pretende disputar a presidência do sindicato e começa a reunir colegas...

Orgulho do Madeira está perto de ganhar nova unidade de saúde

Estrutura vai atender mais de 16 mil moradores e desafogar UPAs e policlínicas         A nova USF Orgulho do Madeira está na reta final e deve...

Prefeitura retoma distribuição de mudas no Viveiro Municipal

Após período de suspensão durante a estiagem, entrega de mudas será retomada em outubro pela Sema         Solicitação de mudas deve ser feita no Viveiro Municipal,...












































[wpcm_video_play id="555133"]