Aeroporto de Porto Velho atinge nível máximo em acessibilidade
Terminal rondoniense alcança Nível 5 em categoria do Projeto Aviação Acessível, iniciativa do Ministério de Portos e Aeroportos em parceria com a UFSCar.
O Aeroporto de Porto Velho alcançou o nível máximo em uma das categorias avaliadas pelo Projeto Aviação Acessível, iniciativa do Ministério de Portos e Aeroportos realizada por meio da Secretaria de Aviação Civil em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O resultado integra a avaliação nacional que analisa as condições de acessibilidade nos terminais aeroportuários brasileiros.
O Projeto Aviação Acessível tem como objetivo avaliar continuamente as práticas adotadas pelos aeroportos do país para garantir autonomia, segurança e conforto a passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida. A iniciativa busca identificar barreiras, reconhecer boas práticas e orientar melhorias estruturais e operacionais, estabelecendo critérios técnicos voltados à inclusão no transporte aéreo.
No caso do terminal da capital rondoniense, o resultado reflete melhorias implementadas nos últimos anos, especialmente após as obras de modernização e ampliação concluídas no fim de 2024. Entre as intervenções realizadas estão a instalação de novos elevadores, escadas rolantes, adequações no fluxo de circulação de passageiros e melhorias no atendimento.
Segundo a concessionária responsável pela administração do aeroporto, as mudanças também ampliaram a circulação interna e elevaram o padrão de conforto e acessibilidade do terminal.
Localizado na capital de Rondônia, o Aeroporto de Porto Velho integra a rede da VINCI Airports, considerada a maior operadora privada de aeroportos do mundo. O terminal é um dos principais da Região Norte e o mais importante do Estado, atendendo passageiros de diferentes regiões e desempenhando papel estratégico na mobilidade aérea de Rondônia.
A administradora informa ainda que o aeroporto passou a adotar padrões globais de operação após a concessão, com foco na melhoria da experiência dos passageiros, modernização da infraestrutura e adoção de políticas ambientais alinhadas às diretrizes da rede internacional.
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Izenilda Farias /Camilo Estevam
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