Sábado-10 de outubro de 2026 - Email: [email protected]

Presidente Laerte Gomes afirma que por falta de gestão pública na prefeitura de Ji-Paraná comércio será novamente fechado na cidade


Presidente Laerte Gomes afirma que por falta de gestão pública na prefeitura de Ji-Paraná comércio será novamente fechado na cidade

O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB), lamentou a edição do novo decreto governamental, que reclassificou 7 municípios, que terão que voltar à fase 1 nesse período de calamidade pública. Isso representa o fechamento do comércio, mais uma vez, o que pode resultar em quebradeira para centenas de comerciantes.
“E pior que isso, pode resultar no desemprego de centenas e centenas de comerciários. Pessoas que dependem do trabalho para colocar comida na mesa ficarão sem emprego. E tudo isso por falhas na administração pública, e aqui a crítica vai aos municípios”, disse o presidente Laerte Gomes.

Em se tratando da prefeitura de Ji-Paraná, o parlamentar lembrou que o município tem mais de R$ 10 milhões na conta, quase dez ventiladores e respiradores no Hospital Municipal, mas mesmo assim a administração não conseguiu em quase seis meses criar dez leitos de UTI.

“O Estado, através de uma indicação nossa, contratou e criou em Ji-Paraná seis leitos de UTI e 15 leitos clínicos no Hospital Cândido Rondon (HCR). Nesse intervalo era possível o município criar leitos também, mas faltou vontade, atitude ou coragem”, prosseguiu o presidente Laerte Gomes, acrescentando que gestão pública não é assim, sendo preciso atitude e coragem.

De acordo com o parlamentar, a aparência é que em Ji-Paraná a população está em um navio sem rumo, mas os moradores não podem e não devem pagar essa conta. Para que o município volte à fase 3 depende de a prefeitura de Cacoal, que firmou um convênio com o Estado, criar mais dez leitos de UTI, e de mais 12 leitos de UTI serem criados no Hospital Regional, que está à procura de médicos para que isso aconteça.

“Só assim vamos voltar à fase 3, e espero que volte logo, porque senão será o caos. Me desculpem o desabafo, me desculpem o tom. Esse não é meu perfil, mas é inadmissível que, por falta de gestão pública, nossos comerciários, nossa população pague a conta”, finalizou o presidente Laerte Gome






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