Terça-feira-29 de setembro de 2026 - Email: [email protected]

Rondônia reforça vacinação e mantém coqueluche sob controle


O estado de Rondônia mantém o cenário da coqueluche sob controle, sem registro de surto, mesmo após a confirmação de um caso isolado em um bebê no fim de março, em Porto Velho. A atuação das equipes de vigilância em saúde foi intensificada, com monitoramento, investigação epidemiológica e reforço na orientação à população sobre prevenção e sintomas da doença.

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) coordena as ações em todo o estado, intensificando as coberturas vacinais, notificação compulsória e resposta rápida aos casos suspeitos. Entre as medidas adotadas, estão: investigação de contatos; bloqueio sanitário; e realização de exames laboratoriais, garantindo controle da situação e prevenção de novos casos.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que o estado tem investido continuamente no fortalecimento da saúde pública, com ampliação do acesso à vacinação e ações preventivas. “A atuação integrada entre estado e municípios tem garantido respostas rápidas e eficazes, protegendo a população.”

De acordo com o diretor-geral da Agevisa/RO, Gilvander Gregório de Lima, o caso registrado foi prontamente monitorado e controlado. “A notificação da coqueluche é compulsória, o que garante resposta imediata das equipes de vigilância. Realizamos toda a investigação epidemiológica, com identificação de contatos e bloqueio sanitário. Hoje, a situação está controlada e não há risco para a população”, afirmou.

VACINA

A gerente de Vigilância Epidemiológica da Agevisa/RO, Luma Kubota, explica que a vacinação é a principal forma de prevenção contra a coqueluche. “Temos uma cobertura vacinal da pentavalente em 97%, acima da meta, mas é fundamental manter esse índice. Não há motivo para pânico, porém é necessário manter as coberturas altas e a população atenta.” Ela também reforçou a importância da vacinação de gestantes com a Tríplice Bacteriana Acelular Adulto – DTPA, que protege o bebê nos primeiros meses de vida.

A coqueluche não está erradicada e pode apresentar casos esporádicos. Os principais sintomas, incluem: tosse persistente por mais de 10 dias, crises intensas de tosse, dificuldade para respirar e, em casos mais graves, vômito e apneia, especialmente em bebês. Crianças menores de dois anos estão entre os principais grupos de risco. A orientação é que, ao identificar os sintomas, a população procure uma unidade de saúde para avaliação.

AMPLIAÇÃO DA PROTEÇÃO 

O estado segue abastecido com vacinas, distribuídas continuamente às seis regionais de saúde, garantindo acesso à população em todas as unidades. Além disso, Rondônia mantém ativa a campanha de vacinação contra a influenza até o mês de julho, ampliando a proteção da população contra doenças respiratórias.

 

Fonte
Texto: Aurimar Lima
Fotos: Pablo Belo
Secom – Governo de Rondônia






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