Da Redação — A Seleção Brasileira encerra nesta quarta-feira (24) sua participação na fase de grupos da Copa do Mundo diante da Escócia. Além da disputa pela liderança do Grupo C, o resultado pode influenciar diretamente o caminho da equipe nas fases eliminatórias e a logística da delegação na sequência do torneio.
O Brasil chega à última rodada na primeira colocação da chave, com os mesmos quatro pontos de Marrocos, mas à frente no saldo de gols. A Escócia aparece em terceiro lugar, com três pontos, e também segue na disputa por uma vaga na próxima fase. Já o Haiti entra na rodada sem chances de classificação.
A liderança do grupo tem peso estratégico para a seleção brasileira. Caso termine na ponta da tabela, a equipe permanecerá baseada em Nova Jersey durante a fase eliminatória e disputará toda a trajetória até uma eventual final em território norte-americano. Se avançar na segunda colocação, precisará viajar para Monterrey, no México, onde disputará os 16 avos de final antes de retornar aos Estados Unidos.
Neymar aumenta expectativa de retorno
A preparação para o confronto foi encerrada nesta terça-feira (23), em Nova York, antes da viagem da delegação para Miami.
Entre as principais novidades está a situação de Neymar. O atacante participou normalmente das atividades pelo terceiro dia consecutivo e aumentou a expectativa de ser relacionado pela primeira vez nesta edição da Copa do Mundo.
Recuperado de uma lesão grau 2 na panturrilha direita, o camisa 10 não atua profissionalmente desde maio, quando ainda defendia o Santos pelo Campeonato Brasileiro.
Raphinha desfalca equipe
Dos 26 jogadores convocados, apenas Raphinha não participou das atividades. O atacante segue em recuperação de uma lesão no músculo posterior da coxa direita, problema que também o afastou dos gramados por um período no início da temporada.
Já o goleiro Alisson, que havia sido poupado anteriormente por controle de carga física, treinou normalmente e não preocupa a comissão técnica.
Ancelotti avalia mudanças e monitora atletas pendurados
Sem Raphinha, Carlo Ancelotti terá de promover ao menos uma alteração no setor ofensivo. Entre os candidatos à vaga aparecem Rayan e Luiz Henrique, que atuam habitualmente pelo lado direito do ataque.
Outra alternativa é Gabriel Martinelli, que já foi utilizado na função pelo treinador em compromissos anteriores da seleção.
Além da mudança obrigatória, a comissão técnica avalia a situação de jogadores pendurados. Douglas Santos e Casemiro entram em campo com um cartão amarelo e podem desfalcar a equipe na abertura das fases eliminatórias caso recebam nova advertência. Se optar por preservar algum dos atletas, Ancelotti conta com Alex Sandro e Fabinho como alternativas para iniciar a partida.







































