
Da Redação — Uma ofensiva contra o patrimônio financeiro atribuído ao Primeiro Comando da Capital colocou novamente a influenciadora Deolane Bezerra no centro de uma investigação policial. Ela foi presa nesta quinta-feira (21), em Alphaville, durante a Operação Vérnix, conduzida pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil.
As autoridades afirmam que a operação tenta desmontar um esquema milionário de lavagem de dinheiro associado à cúpula da facção criminosa. Ao todo, a Justiça autorizou o bloqueio de mais de R$ 327 milhões, além do sequestro de veículos de luxo e imóveis ligados aos investigados.
A investigação também alcança outros países. Diligências ocorreram na Itália, Espanha e Bolívia, enquanto parte dos alvos passou a integrar a Lista Vermelha da Interpol. A Polícia Federal participa das ações de cooperação internacional.
Entre os nomes citados no inquérito está Marco Herbas Camacho, o Marcola, apontado pelas autoridades como principal liderança do PCC e atualmente preso em Brasília.
Deolane já havia sido presa em 2024, durante outra investigação envolvendo suspeitas de lavagem de dinheiro e jogos ilegais. Agora, a nova operação reacende o cerco judicial em torno da influenciadora, que acumula mais de 20 milhões de seguidores nas redes sociais.









































