A produção científica tem se consolidado como um dos pilares da formação acadêmica na área da saúde — e um recente resultado comprova isso na prática.
A iniciativa reuniu 30 acadêmicos, que participaram ativamente das oficinas voltadas à construção de pesquisas científicas. Ao todo, foram elaborados 10 resumos, dos quais 7 foram submetidos e 5 aprovados pelo comitê científico da assembleia para apresentação em formato de banner.
O desempenho garantiu à instituição o destaque de maior número de trabalhos aprovados entre as instituições de ensino de Rondônia — todos desenvolvidos integralmente durante as oficinas.
Os trabalhos aprovados abordam temas relevantes para a saúde pública na região Norte do país, com análises baseadas em estudos ecológicos:
Para Isabela, diretora de pesquisa e extensão, o resultado representa muito mais do que números.
“Esse resultado vai além dos números. Ter cinco aprovações entre sete trabalhos, sendo o maior quantitativo do estado, mostra que estamos conseguindo não só incentivar, mas também qualificar a produção científica dos alunos. Isso evidencia o comprometimento dos participantes e a capacidade de transformar conhecimento em produção acadêmica de qualidade. Para mim, é a confirmação de que estamos no caminho certo ao fortalecer a ciência desde a base e ampliar essas oportunidades dentro do nosso estado”, destaca.
A presidente local do comitê IFMSA Brazil UNNESA, Maria Isabel, reforça o papel transformador da iniciativa na formação acadêmica.
“As oficinas de produção científica têm um papel fundamental na formação acadêmica, pois estimulam o pensamento crítico, o desenvolvimento de habilidades de pesquisa e a construção do conhecimento de forma coletiva. Além disso, a produção e a divulgação científica são essenciais para transformar dados em impacto real, permitindo que evidências contribuam para a melhoria da saúde da população e para o avanço da ciência”, afirma.
Segundo ela, aproximar os estudantes desse tipo de experiência contribui diretamente para a formação de profissionais mais preparados e conscientes.
A coordenadora de extensão e iniciação científica, Marcela Oliveira, também destaca a relevância do envolvimento estudantil com a pesquisa.
“O comprometimento da IFMSA com a pesquisa científica demonstra o espírito da faculdade e do curso de Medicina no melhoramento contínuo da formação médica, além de reforçar o papel da ciência no desenvolvimento tecnológico e na qualificação do atendimento à população”, pontua.
A conquista reforça o impacto de iniciativas que unem ensino, pesquisa e extensão, evidenciando que, quando estimulados desde cedo, os estudantes são capazes de produzir conhecimento relevante e contribuir de forma concreta para a sociedade.






































