
O candidato ao governo do Estado pelo Partido Liberal (PL), senador Marcos Rogério, participou nesta quinta-feira (11/08) do primeiro debate entre candidatos ao governo do Estado, promovido pela TV Band (Meridional) de Porto Velho (RO), onde teve oportunidade de apresentar as principais propostas de gestão que foram inseridas no seu plano de governo.
Na oportunidade, Marcos Rogério fez um balanço da atuação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, destacando que todos os municípios de Rondônia foram contemplados com recursos viabilizados pelo seu mandato.
“Não há um município sequer no Estado de Rondônia que eu não tenha levado recursos. Diante da realidade atual do nosso Estado, onde nasci e moro com toda minha família, apresento minha candidatura. Um grande desafio do qual não posso fugir. Me coloco à disposição para planejar e realizar um futuro melhor para nossa gente”, disse.
“Precisamos de uma educação para o futuro com recursos tecnológicos, valorização dos profissionais e ampliação do número de escolas em período integral. Hoje estamos muito abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Educação”, pontuou.
Marcos Rogério também criticou a falta de investimentos em infraestrutura, sobretudo nos distritos, que em sua avaliação estão abandonados pelo poder público.
“Os distritos não podem continuar esquecidos. Dentro do meu plano de governo temos propostas para melhorar o acesso, a conectividade e a água. Não faltam somente estradas, falta também saúde e educação. O governo tem que chegar onde o povo está, mas precisa de planejamento”, disse.
“Vamos criar o Proape (Programa de Apoio ao Pequeno Produtor). Com isso, vamos garantir calcário para melhorar a produção. Hoje, nossa usina de calcário atende os grandes e ela precisa ser focada para atender os pequenos também. Vamos voltar a oferecer horas-máquina para o pequeno produtor, fortalecer a Emater e o seu protagonismo na extensão rural e assistência ao produtor. E o Estado precisa chamar para si o processo de regularização fundiária, porque isso significa segurança jurídica e acesso ao crédito para quem está no campo”, concluiu.









































