Porém, em alusão ao dia 25 de julho, uma cartilha está sendo confeccionada pela Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), enaltecendo o papel de várias mulheres negras que tanto contribuíram para com o desenvolvimento de Porto Velho, especialmente na saúde e na educação. A cartilha também será lançada em novembro.
As homenageadas são enquadradas nas categorias: saberes tradicionais, cultura, empreendedorismo, invisibilidade social, entre outras
Elsie Shockness, representante da causa junto à Semasf
EDUCADORA
Entre essas personagens está Úrsula Depeiza Maloney, filha de imigrantes da ilha caribenha de Barbados. Úrsula nasceu no dia 16 de dezembro de 1936 em Porto Velho e teve sua trajetória marcada pela dedicação à educação.
Ela formou-se como professora em 1962, na Escola Carmela Dutra. Posteriormente cursou licenciatura curta em comunicação e expressão pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRG), licenciatura plena em letras pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e ainda fez pós-graduação em metodologia do ensino superior na Universidade Federal de Rondônia (Unir).
Durante 44 anos dedicados à educação, Úrsula fez diversos outros cursos, ajudou a formar centenas de professores na capital e no interior de Rondônia, ocupou diversos cargos em áreas administrativas e de gestão escolar, bem como teve papel importante no processo de transição do território para o estado de Rondônia.
“Seus conhecimentos e experiências foram transmitidos para muitas gerações em escolas públicas e particulares, com destaque para a história e geografia de Rondônia no ensino médio do então Colégio Dom Bosco, entre tantos outros”, explica Elsie Shockness, representante da causa junto à Semasf.
DATA NACIONAL
O Dia da Mulher Negra é celebrado no Brasil desde o início do século XXI, mas foi instituído oficialmente pelo governo brasileiro pela Lei nº 12.987/2014.
Texto: Augusto Soares
Foto: Leandro Morais
Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)










































