Terça-feira-29 de setembro de 2026 - Email: [email protected]

Mercado financeiro prevê queda de 5,89% na economia este ano


BRASIL – A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano chegou a 5,89%. Essa foi a 15ª revisão seguida para a estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Na semana passada, a previsão de queda estava em 5,12%.

© Agência Brasil

A estimativa consta do boletim Focus, publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

A previsão para o crescimento do PIB em 2021 passou de 3,20% para 3,50% e para 2022 e 2023 continua em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 5,40. Na semana passada, a previsão era R$ 5,28. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5,03, contra R$ 5 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC continuam a reduzir a previsão de inflação de 2020. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu pela 11ª vez seguida, ao passar de 1,59% para 1,57%.

Para 2021, a estimativa de inflação também foi reduzida, de 3,20% para 3,14%. A previsão para os anos seguintes – 2022 e 2023 – não teve alterações e permanece em 3,50%.

A projeção para 2020 está abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2,25% ao ano, a mesma previsão da semana passada.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 3,29% ao ano. A previsão da semana passada era 3,50%. Para o fim de 2022, as instituições reduziram a previsão para a taxa anual de 5,25% para 5,13% e, para o fim de 2023, a estimativa segue em 6%.

 

 

 

 

 

Fonte: Agência Brasil






Mais notícias sobre cidades de Rondônia

DESTRAVAR RONDÔNIA “Primeiro é arrumar a casa....

  Plano concentra o início de um eventual governo em medidas para reorganizar as filas da saúde, revisar contratos e despesas, reformar a estrutura administrativa...

Pedro Geovar cobra recuperação de rua no Nova Esperança

Moradores e motoristas de ônibus acionaram o vereador devido às condições da Rua Paranavaí, que também apresenta mato alto   O vereador Pedro Geovar (NOVO) foi...

Nikolas destaca coragem de Marcos Rogério no Senado e o chama...

  Em Ji-Paraná, deputado afirmou que Marcos esteve “lado a lado” na defesa de pautas importantes para o país   O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) destacou...

Maurício Carvalho destaca novos caminhos para o desenvolvimento da fronteira de...

O deputado falou sobre Ponte Binacional, turismo, cultura e oportunidades para quem vive na região   Guajará-Mirim reuniu diferentes vozes em torno de um mesmo sentimento...

DESTRAVAR RONDÔNIA “Primeiro é arrumar a casa. Segundo, é destravar grandes obras”, afirma Marcos Rogério

  Plano concentra o início de um eventual governo em medidas para reorganizar as filas da saúde, revisar contratos e despesas, reformar a estrutura administrativa...











































[wpcm_video_play id="555133"]